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Você é um líder emocionalmente inteligente na comunicação?

Você já deve ter ouvido falar sobre Inteligência Emocional (IE) e o quanto isso é importante, principalmente, para aqueles que ocupam cargos de liderança e, claro, como esse aspecto influencia diretamente a relação comunicativa com os colaboradores de uma empresa.


Afinal, ninguém quer por perto um líder rude, que altera o tom de voz e reage de maneira explosiva criando um ambiente de trabalho negativo.


Para começar a falar sobre a comunicação nesse aspecto é preciso, primeiramente, entender no que consiste a IE.


Inteligência Emocional (IE) é como fazemos autogestão em relação às nossas emoções e aos nossos relacionamentos. Segundo Daniel Goleman, psicólogo pioneiro neste tema, existem quatro elementos chaves no conceito de IE: Autoconsciência; Autogestão; Empatia e Habilidades Sociais.


Autoconsciência é uma compreensão profunda das próprias emoções, forças, fraquezas, necessidades e impulsos; autogestão ou auto-regulação é a capacidade de controle sobre as próprias emoções e de dizer “não” aos impulsos; a empatia, por sua vez, é a ação de levar em consideração as emoções das outras pessoas; a habilidade social é a competência de gerir relacionamentos e é o resultado das outras dimensões da IE e, por isso, facilmente perceptível no ambiente de trabalho.


Mas o que essas habilidades têm a ver com a comunicação em um ambiente corporativo?

Pessoas autoconscientes são altamente francas em sua comunicação e sabem a hora de dar sugestões convincentes e/ou recuar caso não dominem o assunto. Apesar do grande valor de se ter um líder com essa característica, muitos executivos não costumam dar seu devido crédito por a interpretarem como insegurança.


Gestores com a característica da autogestão são capazes de criar um ambiente de confiança, equidade e alta produtividade, já que são cautelosos em sua forma de comunicar, escolhem suas palavras de maneira ponderada e falam calmamente, não reagindo de forma rude ou fazendo julgamentos precipitados.


Líderes empáticos tem maior colaboração de sua equipe, maior retenção dos talentos e menor rotatividade. Além disso, tendem a ser excelentes ouvintes e a prestar atenção a elementos da comunicação, como a linguagem corporal e as expressões faciais, por exemplo.


Por fim, executivos com habilidade social tem uma comunicação persuasiva, otimista e diplomática. São pessoas motivadoras e que expressam facilmente suas paixões e emoções nas organizações.


Trabalhar esses aspectos de forma concomitante é imprescindível! E, apesar dos componentes como QI e habilidades técnicas serem fundamentais para uma liderança consistente, sem a IE a receita não fica completa, já que o ambiente corporativo é composto por pessoas e, portanto, por emoções, sendo isto manifestado fortemente no trabalho em equipe, na resolução de problemas e na comunicação.


Desta forma, um líder emocionalmente inteligente, mantém uma comunicação eficaz, clara e assertiva no ambiente corporativo, o que evita falhas que podem acarretar grandes transtornos como comprometer a produtividade e a motivação, dificultar o relacionamento interpessoal e causar conflitos com clientes e colaboradores de uma empresa.

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